Paris: do clichê ao subúrbio.

Enfim Paris,

Bom, essa trip para Paris fiz com minha mãe (Dona Martinha) e o brother, Fred Salvador (o mesmo que colou na trip para Cartagena).

Essa trip começou com minha mãe querendo conhecer o Parque Keukenhof Gardens em Amsterdam. Só que a grana que ela gastaria indo apenas para esse parque eu falei que poderia levá-la para outras lugares, e um desses lugares era Paris. Proposta aceita, partiu!

Enfim chegamos, “cade a Torre Eiffel, cafe a Torre Eiffel?” Marinheiros de primeira viagem em Paris, já fomos com mala conhecer o local e tirar algumas fotos com a tão famosa e icônica torre.

 

Chega de fotos, vamos deixar as malas no hotel. Fizemos uma excelente escolha com o hotel, bem próximo a padarias, restaurantes e menos de 400m da torre. Ah sim, quase em frente tinham essas bikes para alugar e se perder em Paris! Logo abaixo algumas fotos do que você já esta acostumado a ver sobre a capital.

Daí você me pergunta:
“Thiago, vale a pena subir a Torre?”, se você nunca foi, por que não? O valor é bem acessível, quando fui em 2015 custava cerca de 15$ Euros, e no topo dela você tem uma vista sensacional.

Depois de gastar um tempo subindo, conhecendo um pouco a história de como foi a construção, apreciar a vista e a torre de todos os ângulos, resolvemos caminhar mais um pouco pela cidade e paramos em Montmartre, que lugar! Montmartre é uma igreja / catedral que fica bem no alto de cidade e de lá temos uma outra vista espetacular. Ao entorno temos alguns restaurantes muito bons, quem me dera poder passar por todos rs. Nas escadarias da igreja as pessoas costumam ficar sentadas apreciando a vista, conversando, temos também alguns artistas de rua que levam o seu som e aquilo vai se estendendo até a noite, com salgados, bebidas e doces. A luz do sol ao entardecer se apaga e ganhamos as luzes de toda cidade a nossa frente. Se você pegar um fim de tarde lá, leve agasalho pois quando cai a noite o frio chega com força, dependendo da época.

Essa é minha mãe tentando afastar o frio com Heinekens bem geladas, já um pouco acima do grau alcoólico hahaha.
<br/
—-Vamos de MontMadre para o Louvre, a o Louvre. Pra quem gosta de arte e história, o Louvre é o museu, gostaria de muito de ter ficado mais tempo e conhecer mais um pouco da história de toda a parte do mundo que é contada lá dentro, mas infelizmente só consegui conhecer um lado do Louvre. Consegui registrar várias obras de artes e a estrutura do Louvre (mesmo sem poder rs). Não vou compartilhar tudo nesse post, se não ficará bem extenso, mas quem quiser mais fotos é só mandar o email que passo todos os registros.

.Continuando a saga dos pontos “clichês” de Paris, depois do Louvre fomos visitar a tão famosa Catedral Notredame e antes de conhece-lá passamos pela famosa ponte dos cadeados. A história dessa ponte é que os casais que passam por ali registram seus nomes nos cadeados para trancar / segurar seu amor. Olhando de longe temos um textura bem legal e colorida com os cadeados. Se tiver com seu mozão, da uma passada lá, se não tiver também vale a pena, logo abaixo da pontezinha tem um barco com um restaurante bem maneiro. Segue algumas fotos de Notre Dame e da ponte.


.
Ao total, ficamos 4 dias em Paris, acredito que esse era o terceiro dia e ainda não tínhamos pego nenhum dia a noite para ver a Torre, faltava mais esse momento depois de tanto andar, tantos restaurantes maravilhosos, caneladas para lá e para cá, passeios de bike, escadarias e metrôs. Resolvemos fazer igual fizemos em Montmadre, uma garrafa de vinho, boa música e apreciar a Torre, que momento 🙂

.No penúltimo dia resolvemos conhecer um pouco do subúrbio, digamos que o gueto de Paris. Conhecemos um português que morava em Paris e ele nos indicou pegar o metro e ir para uma das últimas linhas, chamada Porte de Clichy, lá poderíamos rodar e ver coisas que nunca vimos. Peças bem antigas e raras, disco de vinil que com certeza você não iria encontrar tão fácil nessa vida e artesanatos contemporâneos.Realmente foi um lugar bem novo pra mim, logo que chegamos no bairro, já nos deparamos com vários negros escutando o seu hip-hop / rap exatamente como nos filmes, com a caixa de som em cima do ombro, dançando e se divertindo. Negros com os dentes brancos e a felicidade estampada no rosto, O bairro Chatlet é bem pacato, realmente não tem aquele movimento como centro de Paris, mas esse bairro tem o charme do subúrbio e tudo muito bem organizado. Feiras aconteciam na rua com todos os itens no chão, algumas peças engraçadas, outras curiosas. Foi um momento bem interessante e totalmente reverso da tradicional Paris, se um dia for, passe por lá que vale a pena. Ah sim, leve uma mala extra se for nesse bairro, pois é impossível sair de lá sem levar nada rs.

.Bom, fica aí o registro dessa pequena passada por Paris.
Vamos para a próxima parada dessa Eurotrip que rolou em 2015, Amsterdam.Qualquer dúvida, informação, é só colar aqui no email. Vamo que vamo, partiu!

Gostou?! Compartilhe!

Google + Pinterest

0 Comments

Leave a Comment

<p>Your email address will not be published. Required fields are marked *</p>

Topo