Peru, Machu Picchu: a cidade perdida.

Foram 4 dias divididos entre Cusco e Machu Picchu.

Bamos, bamos, bamos!
Foi uma viagem curta, engraçada e com a melhor das energias que senti até hoje. Saímos direto de La Paz, Bolívia e paramos em Cusco, Peru.

Logo na chegada, o que encontramos no meio da cidade? Várias criancinhas com bochechas e muita fofura haha, lhamas muitas lhamas, e algumas cholitas bem simpáticas, já outras que gostam de te olhar com um rabo de olho bem sincero, já eu interpretei como um “olhar 43”.

Olhar 43 da cholita a minha esquerda.

Cusco, temos que te conhecer um pouco nesse um dia e meio, então, vamos andar.
Um breve “release”, Cusco é uma cidade no Peru situada no Vale Sagrado dos Incas na região dos Andes. Está situada a mais ou menos 3.200 metros acima do nível do mar com uma população em cerca de 300 mil habitante.

Posso dizer que Cusco em alguns locais dava uma impressão de estar em alguma cidade européia, já em outros momentos quando você vai andando e se perdendo dentro da cidade, parecia que você estava em Ouro Preto/MG, principalmente na sua estrutura e arquitetura. O clima que pegamos na época foi bem agradável, até por que era inverno.

Várias ladeiras com vista geral pra cidade.

 

Uma das praças de Cusco.

Na semana em que chegamos era a semana Santa, aconteciam diversas festas e cerimônias durante o dia. Teve um até bastante engraçado que no final, desculpem leitores,  não conseguimos descrever muito bem o que era aquele evento, mas não tinha nenhuma ligação com “algo santificado” rs, sei que tinha bastante gente e as festas rolavam madrugada dentro.

Igreja de La Compania de Jesus

 

Catedral de Cusco

Beleza galera, muita caminhada pra lá e pra cá, muita comida gostosa, aliás na praça principal de Cusco onde tem a Catedral, essa praça é rodeada de vários restaurantes a maioria tem dois andares e uma sacada para você “bater seu rango” apreciando a vista pra praça. Bem legal, tivesse tempo e dinheiro teria visitado e rangado em todos, mas não deu né, quem sabe da próxima com mais dinheiro e tempo!

Agora chega de turistar Cusco e vamos para tão esperada Cidade Perdida, Machu Picchu.

Como ir pra lá? Você pode pegar um trem ou ir de van, os dois saindo de Cusco, que vai direto para Aguas Calientes. O trem tem mais conforto e você chega mais rápido, só que o custo é maior. Já a van demora cerca de 6 a 7 horas (dependendo do motorista que você pega, no nosso caso foram 5 horas cheias de adrenalina) tem menos conforto e o custo menor.

Grana curta, sorriso no rosto e vamos de van! A saída foi por volta das 06h da matina. Pé na estrada!

Stop no caminho pra abastecer a bag, e olha a galera da mtb aí!

Como havia comentado ali em cima, muita adrenalina na ida. Quem dormiu na van ficou de boa, agora quem estava acordado era só os olhinhos de tandera arregalados. Oo

Pista, algumas britas, fé e o penhasco

Bom, chegamos na base, duas escolhas mais uma vez, trem ou trilha a pé até Aguas Calientes. Adivinhem qual foi a escolha? A pé. Como o tempo era curto, não tinha a opção de fazer a trilha completa dos Incas que dura cerca de 4 dias caminhando aproximadamente 45km divido nesses dias.

Essa trilha a pé passa pela hidrelétrica e dura cerca de 2 a 3 horas, depende bastante da sua disposição. Dica vá com um tênis bem confortável, leve frutas na mochila e se solta, no meio do caminho surgem várias pessoas de vários lugares do mundo, papo vai papo vem, quando você viu, Águas Calientes!

Algumas das pontes durante a trilha

Praça logo na chegada em Águas Calientes

Nessa praça tem vários restaurantes, confesso que o caminho é bem desgastante. Quando você chega em Águas Calientes a única coisa que você quer, ou pelo menos eu queria, era comer e dormir.
Antes de ir dormir, rolou uma reunião com a galera que ia subir para Machu Picchu passando todas as infos.

Você pode fazer a subida a pé até Machu Picchu ou de ônibus, dessa vez a preguiça bateu fortemente, optamos por fazer a subida com o ônibus e a descida a pé. Dormiremos.

Bom diaaa!!

Chegamos! Se bobear ia rolar um café da manhã lá em cima, sono, preguiça, muito frio, nuvem, ninguém via nada, a não ser as nuvens!

A medida que o tempo ia passando, as nuvens iam saindo e toda construção da Cidade Perdida ficava cada vez mais nítida, e uma sensação de bem estar ia tomando conta do lugar. Você pode fazer o percurso com o guia aprender um pouco da história do local, cultura, lendas, a parte mística, ou então andar por conta própria. Ficamos para aprender um pouco e escutar o guia, que por sinal era gente finassa!

Depois da “apresentação”, vamos dar um rolê pela “velha montanha”.

Olha só quem nos deu as boas vindas, cheia da graça!

Hahaha, rolou até uma self-lhama! 😉

Bem difícil de explicar a energia desse lugar

 

 


Acho que é isso, fica aí mais esse rolê, bem “deu na cuca” mesmo! Não foi da minha que ele surgiu, mas a experiência/vivência e aprendizado do lugar foi única. Vamos ver se na próxima rola um tempo maior pra não ser tão corrido como foi.

Ah sim, a volta pra Águas Calientes, não poderia faltar a “famosa” Inca Cola haha!

Último registro, prometo! Caso você que está lendo esse rolê queira ir algum dia, na volta para Cusco, quando chegar na cidade, pare na praça da Catedral entre em qualquer restaurante e aproveite a culinária local, geralmente a galera quando retorna faz um pit-stop de despedida nesses restaurantes e além da excelente comida rolam também as bandinhas com o som típico do local.

Quem quiser mais informações, dicas, sobre valores e “otras cositas a mas” ( aqui eu posso escrever como quiser, né? Né! ) desse rolê é só entrar em contato. Estamos aí pra ajudar!

Deu na cuca? A gente faz, mostra e se alimenta! #partiupróximorolê

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