Cartagena, Colombia: êta calor, praia, salsa e mojitos!

Uma semana em Cartagena das Índias.

Ligação,
Thiago: “Colé irmão, “vamo” se jogar pra Cartagena?”
Fred: “Como assim? Do nada? Ta doido?”
Thiago: “É po#$%, em novembro ta maneiro lá, uma semana e a gente conhece tudo. E aí, vai ficar agarrado assim solteiro? Se solta! ahaha”
Fred: “Pu.. que pariu, bora nessa po$%# então!”
Thiago pensando: “Caral#@#, aceitou, agora fudeu!”

Que comece mais um rolê, fechamento dessa trip foi com um grande amigo, Frederico Salvador, parceria que não deixa o gás acabar (irmão, tamo junto!). Passagens compradas (daquelas promoções bem inacreditáveis) e mais $1.000,00 dólares na carteira, não tínhamos estadia, lugar pra ficar nem nada. O que tínhamos era um conhecido de um conhecido nosso estava esperando a gente para nos recepcionar e levar em alguns lugares, apresentar um pouco do local, Jaime Palilo (Rááááime, brincadeiras a parte, um senhor gente boa pra cacete).

Fizemos uma escala em Bogotá, só para dormir mesmo pois o vôo no outro dia era bem cedo. Chegando em Cartagena, que calor, agora pode xingar, PUTA QUE PARIU! Cadê a gelada? rs. Na época em que fomos fizemos o cambio dólar > peso colombiano, não pesquisamos isso antes, mas já sabíamos que a moeda tinha um valor muito baixo e daria pra aproveitar bastante.

Jaime Palilo nos levou para uma pousada que de início parecia ser bem tranquila e iríamos gostar, mas logo na primeira noite, mojitos, salsa, turistas, salsa, mojitos, salsa + espírito de solteiro, enfim, acabou que teve reclamação. Para evitar problemas, procuramos um outro local no outro dia. E que bom que fizemos isso! Conhecemos a Mama Dora! Uma senhora que nos acolheu como mãe, quando saíamos pra rua ela ficava preocupada, pedia pra não extrapolarmos muito e no outro dia nos “desayunos” a preocupação dela ia embora com muita gargalhada.

Bom, para quem não conhece Cartagena, a cidade tem +- 1 milhão e meio de habitantes, próxima a linha do Equador o que quer dizer que tem muito sol e muito calor, mas MUITO calor. Se algum dia for para Cartagena, não precisa levar calça, leve roupas leves e frescas, pois o calor é absurdo, você já sai do banho suando.

Cartagena está dividida em quatro bairros (Centro, San Diego, La Matuna e Getsemani), todos eles bem pequenos. San Diego, que foi o bairro que chegamos e demos de cara, é um bairro bem residencial. La Matuna é bem pequeno, acredito que são no máximo umas 3 quadras. Já no centro, que lugar! O centro tem uma bela arquitetura, excelentes restaurantes tanto no ambiente quanto nas comidas, hotéis bem maneiros. Mas lá não dava pra gente, os preços das estadias eram bem altos.

Fomos para Getsemaní, o que falar desse lugar? Pra mim era o lugar onde tudo realmente acontecia, alguns anos atrás o bairro de Getsemaní era uma zona proibida. Até a abertura do Café Havana na Calle de la Medialuna (Rua meia lua, onde ficamos hospedados) uma das melhores casas de salsa, conhecida pelos mojitos e pelos dançarinos e dançarinas que frequentam o local.

Café Havana, se for em Cartagena, você é obrigado a conhecer esse local.

Bom, agora uma vai uma bateria de fotos, chega de escrever.

No alto da muralha que cerca Cartagena.

Esse aí foi um navio bem “piratão” que encontramos por lá rs.

Sunset que rolou em cima da ponte, valeu o momento e fica aí o registro 😉

Parceria sagaz que rolou no Donde Fidel, o bar mais real e rústico de Cartagena, no segundo a andar a salsa quebra todas as noites, esse bar fica quase colado com o Hard Rock Café .

Essa bunduda ae logo a baixo é a famosa “Gorda Gertrudis”. É uma escultura criada por Fernando Botero. Foi trazida de Florência, Italia no ano de 2000. A gorditas tem duas partes notoriamente desgastadas devido ao mito que diz que todo aquele que toca as nádegas da escultura terá boa sorte e que ao tocar os seios de Gertrudis, garantirá um duradouro romance. Eu dei uma passadinha de mão na bundinha dela, por sinal bem durinha!

Charretes por lá é bem normal de se ver no centro.

Rolêzim na praça de São Pedro.

Vamos de praia e ilhas agora? Tiramos alguns dias pra dar um rolê pelas ilhas que tem em Cartagena e um dos lugares que passamos foi pela Isla de Baru, onde tem a Playa Blanca (praia branca).

Nesse rolê fomos num barquinho, que deixou a gente na mão no meio do caminho, o barco estava cheio de gringos, todos ficaram parados no meio daquele mar. Tinha uma ilhazinha no meio do caminho, acabou que desembolei um super portunhol misturado com um “andiamo” no final que foi a felicidade de todos os passageiros, gargalhada pra um lado e pro outro, sei todos entenderam que era pra parar naquela ilha enquanto o outro barco não chegava pra ajudar a gente. Foi bem engraçado.

Momento “não seu jumento, é assim que se faz cara!”
Nessa hora o brother Frederico estava testando a câmera.

Chegamos em Playa Blanca, só alegria, joga pro alto! Mar verde, azul, não sabia a mistura daquelas cores, boa comida e muita mata!

Depois de Playa Blanca, teve um rolê também em por outra cidade, chamada Santa Marta, que são +- 240km de Cartagena e a 100km de Barranquilha. Em Santa Marta fomos conhecer Taganga que é um antigo reduto hippie, mas que hoje em dia não é tããão hippie assim. Nesse dia não tivemos muita sorte pois o tempo não colaborou muito, mas o calor estava ali presente com a gente.

Desculpa ae galera, mas não lembro o nome desse local, só sei que denominei de “Vilarejo dos Hobbits”.

Uma das ilhas que passamos no rolê pra Santa Marta.

Com uma semana e muita disposição você conhece todos os cantos de Cartagena, não é atoa que fomos para Santa Marta.

Teve um outro rolê também que foi no “Castelo de San Felipe de Barajas”. Aconselho a quem fizer, faça com um guia. Nós não fizemos com o guia o castelo era MUITO grande e rolou até um perdido lá dentro rsrs, na hora não foi nada legal, mas no final foi engraçado.

O Castelo é a maior obra militar espanhola em Cartagena. Era um dos maiores pontos defesa em várias guerras e hoje em dia é mais um ponto turístico da cidade. Logo abaixo uma foto em alguns dos túneis do castelo.

Zefini! 😉

Viajar, acho que posso definir como… Atravessar mares e continentes, transpor barreiras, conhecer outras pessoas de outros costumes e formas de viver a vida. Conduz a um gênero de “riqueza” que não consegue se contabilizar em cifrões. Falo aqui de riqueza humana em estado puro, daquela riqueza que acrescentamos à alma. Viajemos muito então… E de preferência com a alma disponível, um sorriso franco e os braços bem abertos.  Fica aí mais esse rolê e um “asta luego” Colombia!

Caso tenham algum dúvida, curiosidade é só mandar um sinal de fumaça pelo contato ali em cima.  Agradeço a galera que entrou em contato perguntando e tirando dúvidas no último post de Machu Picchu.

Estamos as ordens, deu na cuca e partiu próximo rolê!

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1 Comments

Thiago Freitas
Fred Salvador 1 ano atrás

Iradíssimo!! Com certeza umas das viagens mais iradas da minha vida!! Valeu irmão!!!

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